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Archive for the ‘Venezuela’ Category

Nos despedimos de Caracas com uma comitiva de amigos nos acompanhando até a porta do ônibus. Da esquerda pra direita: Mônica, Amarú, Hector, Naná e Paola (filha de Hector) Luis e eu batendo a foto.

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De Caracas fomos a Ciudad Bolívar, onde fomos hospedados em casa dos parentes dos Colmenares, que também nos receberam como se fossemos da família, porsupuesto. Novamente da esquerda pra direita: Gladys, Carlos, Âmbar, Osvaldo e nosotros.

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Em Bolivar passeamos pelo Rio Orinoco, o terceiro maior do mundo...

Em Bolívar passeamos pelo Rio Orinoco, o terceiro maior do mundo...

...pela praça Bolivar onde morreram heróis nacionais...

...pela praça Bolívar onde morreram heróis nacionais...

... e visitamos o Museu Jesus Soto, um dos maiores artistas venezuelanos e pai da arte cinética.

... e visitamos o Museu Jesus Soto, um dos maiores artistas venezuelanos e pai da arte cinética.

Enfim, chegamos a terra pátria!!!!! Anaí continuou falando em castellano com o taxista brasileiro que não entendeu muito. Muito estranho ouvir novamente todas aquelas pessoas falando sempre em português, mas depois de muitas “gracias” fomos novamente nos acostumando ao “obrigado”.

Na estrada pra Boa Vista o velho e bom guaraná...

Na estrada pra Boa Vista o velho e bom guaraná...

...e passamos pela reserva indigena Raposa Serra do Sol. Enorme.

...e passamos pela reserva indígena Raposa Serra do Sol. Enorme.

Em Boa Vista quase derretemos de tanto calor e sem nenhuma praia pra refrescar.

Mas compensamos com um bom dourado e suco de cupuaçu as margens do Rio Branco.

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É só voltar ao Brasil e as praças centrais do urbanismo espanhol dão lugar as inóspitas “praças” rotatórias com um monumento no meio (e não era o Bolívar, lógico)

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No caminho até Manaus uma mega selva amazônica quase que no caminho todo.

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Em Manaus fomos recebidos pela madrinha do Ademir, também como se fossemos parentes. Na foto, nóis, Eneida, Nikelly, Gustavo e Túlio. Todos muito simpáticos e atenciosos.

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E visitamos o centro com o Teatro Amazonas.

E visitamos o centro com o Teatro Amazonas.

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Em Caracas tivemos a oportunidade de conhecer muito do que se está fazendo em um processo revolucionário democrático. Conhecemos o Projeto Barrio A Dentro, que estrutura um sistema de atendimento de saúde com a ajuda de médicos cubanos (os mesmos que o Brasil expulsou a poucos meses), os Infocentros gratuitos, as rádios e Tvs comunitárias, as missões de alfabetização, escolarização e de ensino técnico e universitário e as iniciativas de constituicão de um poder popular onde sao criadas instâncias de decisão comunitárias para projetos de urbanização e moradia.

Esta é Minerva, uma médica cubana que tem seu consultório na casa do Amarú. Na primeira etapa do Barrio A Dentro a comunidade acolhe os médicos cubanos disponibilizando comodos para sua moradia e consultório. Os médicos sao pagos pelo governo cubano e venezuelano.

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Na segunda fase o governo constrói módulos de saúde alojando os médicos de forma mais confortável. Existem também clínicas e hospitais públicos para onde sao encaminados os pacientes que necesitarme de atendimento mais especializado. Até internações em cuba vazem parte do Barrio A Dentro.

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Consultório do módulo de saúde.

Consultório do módulo de saúde.

Apartamento no segundo piso do módulo.

Apartamento no segundo piso do módulo.

Os infocentros gratuitos localizados nas bibliotecas públicas.

Os infocentros gratuitos localizados nas bibliotecas públicas.

Fomos conhecer a rádio comunitária Negro Primero. Uma rádio legalizada e montada com incentivo estatal, que se mantém com a venda de documentários de vídeo que produz e vende as TVs estatais.

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Fomos entrevistados sobre a situação política brasileira e sobre o que vimos em nossa viagem.

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Aquí um grupo de moradores discute seu problema de moradia ao vivo com ouvintes ao telefone.

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Essa é uma assembléia de moradores discutindo a estrutura de representação comunitária nas instâncias criadas pela prefeitura. As obras municipais são feitas em grande partes por cooperativas de construção que a propria prefeitura cria, para viabilizar a criação das cooperativas populares o governo chega a antecipar até 100% do valor da obra.

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Essa assembléia se deu no bairro 23 de Enero, um bairro formado por conjuntos habitacionais construídos pela ditadura e ocupados pelo povo na mesma data em que caiu a ditadura na venezuela – 23 de Janeiro.

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Essa é a TV estatal VIVE, com sede na biblioteca nacional. A outra TV estatal se chama Venezolana, todas as demais são privadas e fazem oposição ao governo.

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O programa Alô Presidente de domingo onde Chaves, ao vivo, fala de socialismo, comenta os problemas da política imperial americana, faz perguntas a ministros e prefeitos e responde perguntas da população, Bem melhor que Faustão.

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A clara demonstração de apoio popular a Chaves está por toda parte. O voto NO que ganhou o plebiscito decidindo que Chaves não deveria renuciar.

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Passeando por Caracas pudemos encontrar os cenários do golpe de abril e do do contra golpe popular, além de outros locais importantes para a história venezuelana e sudamericana.

Palácio Miraflores, de onde Chaves foi sacado pela direita e reintregrado pelo povo.

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Punte Laguno, onde chavistas foram mortos por atiradores de elite.

Punte Laguno, onde chavistas foram mortos por atiradores de elite.

A casa onde nasceu Simon Bolivar, libertador de Venezuela, Colombia, Ecuador, Perú, Panamá e fundador da Bolivia.

A casa onde nasceu Simon Bolivar, libertador de Venezuela, Colômbia, Equador, Perú, Panamá e fundador da Boliívia.

O Pantheon Nacional onde estão os restos do Bolivar.

O Pantheon Nacional onde estão os restos do Bolivar.

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Depois de Coro passamos por Tucacas, onde fica o parque Morrocoy, um aglomerado de ilhas caribenhas, daquelas bem tipicamente paradisíacas… Conhecemos dois espanhóis de barcelona muito figuras, que ficaram 2 meses na Venezuela fazendo um documentário sobre participação popular. Acabamos fazendo um passeio de barco com eles, conhecendo algumas ilhas… demos sorte, porque como era muito caro não iamos fazer isso não, iamos só pra uma praia, mas eles queriam muito então pagaram a diferença do preço… Delícia de passeio! Fora que batemos papo o dia inteiro, e eles eram muito gente fina, ligados aos movimentos socias etc. E dá-lhe falar sobre Venezuela, Chavez, Brasil, MST e, acima de tudo, Lula e PT – vixe, como o povo pergunta disso!

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Finalmente, chegamos em Caracas, o coração da revolução bolivariana. Essa cidade é impressionate, e as pessoas não tem nem comentário. Chegamos aqui com uma indicação do Rodriguinho (valeu Rodriguinho!) de um amigo em Caracas, Hector. Chegamos, ligamos para ele, quase nos desencontramos e ele nos achou na rua, saindo do metro. Fomos pra casa da sua mãe esperar um amigo dele, que na verdade seria o nosso anfitrião. Tipo, o cara nao conhece a gente, nao pode nos receber, mas em vez de mandar um e-mail educado explicando a situação arranja um amigo que possa nos receber… O tal amigo, Amarú, chegou pra buscar a gente com a namorada, Mônica, duas pessoas que certamente serao nossos amigos para toda uma vida (e quem sabe nos visitem brevemente em São Paulo). Fomos para sua casa, em la Guayra, uma cidadezinha periférica, tipo uma Guarulhos de Caracas. A casa fica num barrio (nossa conhecida favela), e nela vivem Amarú, estudante de pedagogia, seu pai, Gilberto, diretor das bibliotecas públicas da Guayra, a mae, Beatriz, dona-de-casa, e uma prima, Maria, de 11 anos e de férias. Nos receberam de braços mais que abertos, nos acompanharam para cima e para baixo e apesar de ser uma familia extremamente simples, nao nos deixavam pagar nem o oôibus… Quando a gente “brigava”, a resposta era uma só “a gente ta em casa, voces ainda tem muito que viajar…”. realmente impressionate a hospitalidade dos Venezuelanos… A principio pensamos que tínhamos dado muita sorte, mas percebemos que sao todos assim. Como a Guayra é meio longe de Caracas pra voltar todo dia, dormimos em umas 3 casas na cidade, cada hora de um pessoa que nao nos conhecia e recebia muuuito bem, principalmente por sermos brasileros. Não sei se é o espirito revolucionário bolivariano e internacionalista, ou uma caracteristica natural dos venezuelanos. Talvez as duas coisas.

Vista da Guayra de um forte

Vista da Guayra de um forte

Vista da porta da nossa casa

Vista da porta da nossa casa

Chegando em casa...

Chegando em casa...

Biblioteca, quarto, sala...

Biblioteca, quarto, sala...

Familia Colmenares

Família Colmenares

Maria (a maiorzinha que não eu), Irismar (sobrinha do Amarú) e uma amiga

Maria (a maiorzinha que não eu), Irismar (sobrinha do Amarú) e uma amiga

Amarú falando sobre a volta do Chavez pós golpe...

Amarú falando sobre a volta do Chavez pós golpe...

Mônica no mesmo assunto

Mônica no mesmo assunto

Carmem, uma das nossas anfitriãs...

Carmem, uma das nossas anfitriãs...

Bolivar, chefe de Amarú e Mônica na prefeitura e outro dos nossos anfitriões

Bolívar, chefe de Amarú e Mônica na prefeitura e outro dos nossos anfitriões

Hectro, Amarú, Mônica e nóis tomando uma cerveja.

Hectro, Amarú, Mônica e nóis tomando uma cerveja.

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Em nossos úlimos dias em Bogotá fomos a uma feira de coloôias, onde vimos apresentações, bugigangas e comidas típicas de todas as regiões colombianas. Fomos também dar uma esticada no Parque Bolívar depois de todas as andanças.

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Em Medellin vimos muitas estátuas do Botero (muitas mesmo), o melhor meio de transporte encontrado até agora e uma população tranquila e simpática. Nenhum guerrilheiro…

Uma praça diferente das praças arborizadas às quais estamos acostumados. Bem bonita.

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Um passarinho do Botero...

Um passarinho do Botero...

E o que tinha antes (alvo de atentado).

E o que tinha antes (alvo de atentado).

Subimos o morro de Medellin de METROCABLE, um sistema de transporte integrado ao metro. Um investimento social formidável. O Rio de Janeiro poderia aprender com os colombianos.

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Finalmente, o Caribe. Nossa primeira parada, Cartagena, tem um centro histórico muito bonito e bastante peculiar – todo cercado por uma muralha. Fizemos também um passeio de barco, por um conjunto de ilhas cercadas por corais belíssimos – uma das quais do famoso Garcia Marquez e outra que pertencia a Pablo Escobar e hoje é propriedade do Estado – e pela playa blanca, nossa primeira praia tipicamete caribenha…

Pedro sendo levado por Colômbia.

Pedro sendo levado por Colômbia.

A muralha da cidade.

A muralha da cidade.

Boracho en la plaza.

Boracho en la plaza.

Toda Cartagena é feita de uma pedra chamada coralita. Ela é extraida do mar, diretamente dos corais. É uma construção impressionante, forte, leve e mega resistente a água. Mas detona os recifes. Pior, a cidade continua sendo construída com coralita.

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A catedral de coralita.

A catedral de coralita.

O mar caribenho…

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O forte de uma das ilhas...

O forte de uma das ilhas...

... e o menino pedindo pra jogar monedas na água.

... e o menino pedindo pra jogar monedas na água.

Depois de Cartagena, seguimos rumo à Venezuela… Passamos a noite em Maicao, cidade fronteiriça, ainda na Colombia. No hotel, um cartaz pró-Chavez, e a explicação da recepcionista: a cidade recebe muito mais suprimentos da Venezuela do que da própria Colombia, principalmente gasolina.

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Fomos até Maracaibo, na Venezuela, de carrito, o principal meio de transporte por aqui… No caminho (de duas horas), sem brincadeira, fomos parados por no mínimo meia duzia de policiais que pediram documentos e até revistaram nossa mochilas 2 vezes… até agora a maior segurança na estrada encontrada.

Nosso motorista, Gabriel, figura…

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O posto de gasolina, que é a mais barata no mundo: equivale a R$ 0,07 o litro na bomba!! Nesse posto/casa ele pagou caro, R$ 0,30 o litro, porque tinha acabado no meio da estrada (ainda bem que acabou bem na frente do “posto”, porque o calor era infernal!!)

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Nossa primeira parada na Venezuela, Coro, tem o centro histórico mais bem preservado do país (nada de mais…) e um deserto de 91 mil hectares no meio da cidade, litorânea… Muito interessante!! E quente!!

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