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Archive for the ‘Peru’ Category

Depois de Cusco fomos para Arequipa, a cidade branca. Tem esse nome devida a grande quantidade de construções feitas com as pedras brancas da região, as quais também dão origem ao cimento branco fabricado nesta segunda maior cidade do Peru.

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Em Arequipa existem cerca de 300 vulcões nas suas intermediações. Entre eles Amampu, onde foi encontrada Junita, uma garota de 12 anos sacrificada pelos Incas. Foi mumificada naturalmente pelo gelo e está em grande estado de conservação possuindo até mesmo pele. Existem também os vulcões Mysti logo ao lado da cidade e o Mysmi, de onde nasce o Rio Amazonas.

Vulcão Mysti com mais de 6.000 metros de altitude.

Vulcão Mysti com mais de 6.000 metros de altitude.

Em Arequipa fica também o segundo canon mais profundo do mundo, o Canon del Colca. Óbvio que fomos conferir.

Em Arequipa fica também o segundo canon mais profundo do mundo, o Canon del Colca. Óbvio que fomos conferir. O caminho é bem caracteristico... com plantaçoes de pedrinhas...

O caminho é bem característico... com plantaçoes de pedrinhas...

...alpacas (uma Llama meio ovelha)...

...alpacas (uma Llama meio ovelha)...

... fendas na montanha provocadas por terremotos...

... fendas na montanha provocadas por terremotos...

... danças tipicas...

... danças típicas...

Juan, a águia doméstica de um pueblo do Canon.

Juan, a águia doméstica de um pueblo do Canon.

No Canon com 1.200 metros de profundidade, vimos pela primeira vez nos Andes o famoso Condor dos Andes fora do zoológico. O maior passáro do mundo é realmente impressionante, chega a medir 3 metros de envergadura.

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A última cidade peruana que vistamos foi Lima. Como em toda boa metrópole, balada, boa comida e cinema.

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No domingo chegamos em Tumbes, cidade da fronteira do Peru com o Equador, depois de 18 horas de estrada. Chegamos e fomos informados que a fronteira poderia ser fechada na segunda-feira por uma manifestação de camponeses equatorianos que tem tempo indeterminado para desbloquear as estradas. Resolvemos ir na mesma hora para o Equador para acompanhar o bloqueio do lado de lá em vez de ficarmos presos em Tumbes. Atravessamos a fronteira a pé e pegamos um ônibus para a cidade equatoriana Machala, a capital mundial da banana.

Entrando no Equador

Entrando no Equador

Maravillosa vista do nosso hotel em Machala

Maravillosa vista do nosso hotel em Machala


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31/07/2005 – Machu Picchu

Fomos ao Festival “Cantos sem fronteiras”, que contou com a participação de diversos grupos locais, e os grandes Duo Romance (uma dupla masculina, peruana), o Illampu (grupo chileno, bem bacana), a Soledad (uma Argentina animada mas muito pentelha) e as estrelas da noite, que levaram acho q quase todos até ali (nós pelo menos), os Kjarkas, um grupo boliviano conhecido como a “leyenda viva de los andes”. Muuuito legal, apesar do cansaço após mais de sete horas de show. Ah, observação: o show era organizado pela cusqueña, cerveja local, e, coincidentemente ou não, não tinha água pra vender, só cerveja e inca cola (escondidinha).

Os Kjarkas

Os Kjarkas

No dia que eu tava com a enfermidade dos andes (mais conhecidas por nós como caganeira) o Pedro foi no estádio ver a final do campeonato peruano. Pela primeira vez um time de fora de Lima ganhou, e claro, era cusqueño, Cienciano. A cidade ficou na maior festa, pra completar a festa já existente pelo aniversário da independência do Peru.

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O convento de San Domingo, que foi construído sobre o templo Okorikancha (templo do sol), tem no seu interior diversas amostras da construção inca, sobreposta pela espanhola.

Maquete do que era o templo inca...

Maquete do que era o templo inca...

...e o Convento San Domingo

...e o Convento San Domingo

Janelas incas perfeitamente alinhadas

Janelas incas perfeitamente alinhadas

Enfim, o Machu Picchu. Depois de lamentar um tanto (um bom tanto), nos conformamos que na nossa estrutura de viagem seria muito rabo conseguir fazer a trilha inca e nos contentamos com o trem. Não nos conformamos foi com o preço inicial do trem que nos passaram, 120 dólares, e conseguimos baixar esse valor para 40, indo por uma cidade aqui perto, Ollamtaytambo. Uma boa notícia…

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A estátua da praça central de Ollantaytambo, que é também muito charmosa.

Bom, não há palavras para descrever o que seja o Machu Picchu… Precisa vir e conhecer… Mas é impressionante que o homem seja capaz de construir algo como aquilo em um ambiente como aquele. Montanhas altíssimas por todo lado e, no topo, a cidade perdida dos incas… Incrível e emocionante.

Vista bem do alto, da montanha Machu Picchu (como a gente não andou 4 dias pra chegar, resolvemos compensar... hehehe)

Vista bem do alto, da montanha Machu Picchu (como a gente não andou 4 dias pra chegar, resolvemos compensar... hehehe)

rural e urbana)

A parte urbana da cidade, vista das terraças incas (a cidade é dividida em duas partes: rural e urbana)

A que restou das milhares do fotos com llamas que o Pedro tirou...

A que restou das milhares do fotos com llamas que o Pedro tirou...

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O Templo do Sol, única construçao redonda do local

O Templo do Sol, única construçao redonda do local

Uma escalera inca

Uma escalera inca

Pedroca desenhando a cidade perdida dos incas, no final da tarde, quando a orda de turistas já tinha ido embora… que sossego.

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Ah, já ia esquecendo… Dia 30 foi aniversário do Pedro, e seus 28 anos foram comemorados em pleno Machu Picchu. Vejam quantas pessoas foram à balada! E parabéns pro Pedro!

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Em La Paz, essa era a vista do nosso quarto:

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Ainda na Bolívia fomos a Isla del Sol, a percorremos de ponta a ponta em uma caminhada de 3 horas a mais de 4000 metros de altitude por um caminho aymara. Foda.

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Ruinas de um labirinto Aymara

Ruínas de um labirinto Aymara

Os engenhosos escalonamentos incas que cobrem toda a ilha, permitindo um solo fértil em pleno terreno de rocha e areia.

Os engenhosos escalonamentos incas que cobrem toda a ilha, permitindo um solo fértil em pleno terreno de rocha e areia.

E o final da caminhada em uma tipica escalera inca.

E o final da caminhada em uma típica escalera inca.

Nos despedimos da Bolívia em Copacabana, a princezinha do Titikaka.

copacaba

trucha

titica

dibujando

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O caminho ate Puno, no Peru, sempre muito caracterisco com os povos andinos que transpassam as fronteiras estabelecidas pela colonização espanhola.

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Em Puno fomos visitar as Ilhas flotantes construídas com a Totora, uma palha aquática. Fascinante vivenciar uma civilização que constrói literalmente todo o seu mundo a partir de um único elemento da natureza.

Ilhas flotantes - o solo da ilha como uma imensa balsa construida de totora

Ilhas flotantes - o solo da ilha como uma imensa balsa construida de totora

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barco

navegando

moendo

Das ilhas flotantes fomos a uma outra, mas desta vez feita de rocha. Nessa ilha fomos hospedados por uma familia camponesa. Experiência muito bacana.

Nossa anfitriã, extremamente timida.

Nossa anfitriã, extremamente tímida.

Nosso quarto com porta de um metro e meio de altura.

Nosso quarto com porta de um metro e meio de altura.

Campesinas tecendo o fio de la de alpaca.

Campesinas tecendo o fio de la de alpaca.

E no baile noturno, onde vestimos roupas tipicas emprestadas pelos nossos anfitriões

E no baile noturno, onde vestimos roupas típicas emprestadas pelos nossos anfitriões

No dia seguinte fomos a terceira e ultima ilha do Titikaka que vistamos. Nessa ilha solteiros, casados e autoridades são identificados pelo gorro que vestem. Para ser autoridade um homem tem que ser primeiro casado. As mulheres se diferenciam pelo chale, e logico, não podem ser autoridade.

Homens casados

Homens casados

De Puno fomos a Cusco, a capital Inca. Inacreditável como o imperio espanhol literalmente se sobrepos ao império inca derrotado. Construiu uma nova cidade sobre as fundações incas.

Plaza de Armas

Plaza de Armas

Manifestação por uma universidade pública gratuita e de qualidade.

Manifestação por uma universidade pública gratuita e de qualidade.

A construção espanhola sobra a Inca. Os incas e os incapazes.

A construção espanhola sobra a Inca. Os incas e os incapazes.

A técnica apurada de construção em pedras escancarada na pedra de 12 ângulos.

A técnica apurada de construção em pedras escancarada na pedra de 12 ângulos.

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